Você construiu um império físico, mas tem uma barraca digital.
Eu vejo isso todos os dias em Santa Cruz. Fabricantes com produção impecável, peças de alta qualidade e preço competitivo, mas que dependem 100% de o cliente decidir aparecer no Box ou da excursão chegar na cidade.
Isso não é um negócio. Isso é uma aposta.
O problema é que, quando você tenta ir para o digital, você comete o erro clássico: aperta o botão “Impulsionar” esperando que o Instagram faça um milagre.
O “Impulsionar” é um caça-níquel.
O Instagram quer que você fique feliz com likes. O botão impulsionar foi desenhado para trazer curtidas, não vendas. Curtida não paga o tecido. Curtida não paga costureira.
O que eu faço — e o que grandes marcas fazem — chama-se Gestão de Tráfego Profissional.
A diferença é matemática:
- Não dependemos da sorte. Criamos um Processo. Se investimos R$ 100,00, precisamos saber quantos clientes isso trouxe.
- Não buscamos curtidas. Buscamos Leads (pessoas interessadas que chamam no WhatsApp).
- Não atiramos para todo lado. Usamos dados para encontrar exatamente o lojista que compra atacado, e excluímos o curioso que só quer comprar uma peça.
A virada de chave
Enquanto você continuar tratando o marketing da sua confecção como um “extra” ou “sorte”, você continuará refém da “feira da próxima semana”.
O digital não é sobre postar foto bonita. É sobre construir uma Máquina de Vendas que trabalha enquanto você dorme. É sobre ter 10, 20, 30 Revendedor chamando no seu WhatsApp numa terça-feira bem quente(adoraria escrever chuvosa, mas Santa cruz não é o lugar que mais chove nas Terças feira), sem depender de excursão nenhuma.
Se você quer parar de brincar de influenciador e começar a fazer negócios de gente grande, pare de impulsionar. Comece a gerenciar.
Bruno Araújo Especialista em Tráfego para Atacado.

